O envelhecimento da população foi um dos fatores que motivaram os cientistas a desenvolver um método de diagnóstico. “Por conta da melhora na expectativa de vida em todo o mundo, a parcela de idosos está crescendo. Isso inevitavelmente acompanhará um aumento do número total de demências e distúrbios de marcha (caminhada) em todo o mundo”, diz ao Correio Charlotte Selge, pesquisadora da Universidade Ludwig Maximilian de Munique e uma das autoras do estudo.
O teste desenvolvido consegue diferenciar pacientes que sofrem com hidrocefalia de pressão normal idiopática (iNPH, pela sigla em inglês) daqueles com paralisia supranuclear progressiva (PSP), dois tipos de demência bastante parecidos. “O que ambas têm em comum é o fato de que são clinicamente caracterizadas por disfunção da marcha e comprometimento cognitivo. Além disso, parecem compartilhar mecanismos fisiopatológicos. Existem critérios de diagnóstico aceitos para PSP e iNPH. No entanto, o diagnóstico diferencial pode ser difícil”, detalha Selge.
Fonte-http://www.robsonpiresxerife.com/
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