sábado, 25 de julho de 2020

Bolsonaro testa negativo para Coronavírus em novo exame

FONTE-Robson Pires

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmou ter realizado um novo exame e o resultado para o novo Coronavírus foi negativo. Nos últimos três testes que fez, Bolsonaro ainda estava com a doença.

Bolsonaro está em isolamento desde o dia 7, quando anunciou que estava infectado. Desde então, cancelou suas agendas públicas e fez apenas aparições nos jardins do Palácio da Alvorada.

Ele postou no Twitter:

Uso da dexametasona em pacientes com Covid-19 é aprovado pela UFRN


FONTE-Robson Pires

Professores do Departamento de Infectologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (DINF/UFRN) realizaram uma reunião e apresentaram recomendações, com base nas evidências científicas disponíveis, a serem seguidas pelos médicos e comunidade acadêmica para o tratamento de pacientes com Covid-19. O grupo de professores aprova o uso do medicamento dexametasona, que atua no sistema imune.

“Um ensaio clínico sugere que baixa dose dexametasona (6 mg/dia) tenha benefício no manejo de pacientes graves, com necessidade de oxigênio suplementar”, destaca documento publicado após a reunião dos infectologistas realizada no dia 16 de julho.

Baseados no uso em pacientes graves ou no contexto de ensaios clínicos randomizados e aprovados pelas agências regulatórias, os especialistas da UFRN também admitem o uso de imunoterapia, através de inibidores, imunoglobulina anti-SARS-CoV-2 ou plasma de convalescente.

“Vários estudos reforçam o posicionamento. Um dos mais importantes foi o publicado no New England Journal of Medicine, no dia 16 de julho, que reforça a utilidade, ainda que pequena, da dexametasona. É um corticoide que impacta na sobrevida das pessoas com covid grave”, citou o professor Kleber Luz.

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Colégio Diocesano Seridoense perde bolsas escolares por causa do Padre Costa


FONTE-Robson Pires
Por causa do uso indevido por parte do Padre Costa durante a primeira novena da Festa de Santana de Caicó (RN) utilizando-se do altar da Catedral para fazer ataques políticos ao Presidente Jair Bolsonaro, as reações dos fiéis são as mais desagradáveis possíveis. Muitos condenaram a atitude do sacerdote (esquerdista, socialista e petista?) que misturou política com religião. “Não! O altar não é para ser usado para fazer política. É para pregar a palavra de Deus. Esse padre foi muito infeliz. E não concordando com o que ele disse, vou retirar o pagamento de duas bolsas de alunos do Colégio Diocesano Seridoense, de onde ele é diretor, como represália. Sinto pelos alunos. Mas, tinha que tomar uma atitude para conter o ímpeto desses padre. Só volto a pagar as bolsas se ele sair de lá” disse um colaborador do CDS ao blogue do Xerife.
Já outros fiéis disseram que não vão pagar o dízimo a igreja enquanto houver politicagem. Eu fico aqui me indagando se o Bispo Petista Dom Antônio Carlos Cruz não vai tomar uma atitude e vai querer a divisão das famílias caicoenses neste momento tão difícil. E que não deixe a política de fora do altar.

sexta-feira, 24 de julho de 2020

Caixa cria linha de crédito para permitir antecipação do saque-aniversário do FGTS


caixaO presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, informou nesta quinta-feira (23) que o banco lançará na próxima segunda-feira (27) a linha de crédito para antecipar saques do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Os recursos estarão disponíveis somente para os trabalhadores que optarem pela modalidade conhecida por “saque aniversário” do FGTS. De acordo com Guimarães, a Caixa disponibilizará até três anos de saques aniversário, ou seja, três parcelas, e cobrará uma taxa de juros de 0,99% ao mês. O valor mínimo será de R$ 2 mil.

A expectativa do presidente da Caixa é de que R$ 5 bilhões sejam emprestados por meio dessa linha de crédito, para um milhão de pessoas. Ele informou que a modalidade de saque aniversário do FGTS contou com a adesão, até o momento, de 6,1 milhões de trabalhadores, dos quais 3,9 milhões são clientes da Caixa.

Fonte-http://blogdoserido.com.br/noticias/

Mandetta admite que pode se candidatar a presidente em 2022


MANDETALuiz Henrique Mandetta, ex–ministro da saúde de janeiro de 2019 a abril deste ano, disse que pensa em se candidatar para presidente ou vice-presidente nas eleições de 2022. A fala foi dita nesta quarta-feira (23) em entrevista à BandNews TV.

“Em 2022, eu vou estar em praça pública lutando por algo em que eu acredito”, afirmou ele ao Programa Ponto a Ponto. “Se o Democratas [o DEM, partido ao qual é filiado] acreditar na mesma coisa, eu vou. Se o Democratas achar que ele quer outra coisa, eu vou procurar o meu caminho. Eu vou achar o caminho. Como candidato ou carregando o porta-estandarte do candidato em que eu acreditar. Mas que eu vou participar ativamente das eleições, eu vou”, completou Mandetta.

Mandetta também disse que deve lançar um livro sobre a sua experiência como ministro da Saúde em meio à pandemia do novo coronavírus no próximo mês.

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Vacina deve funcionar porque o coronavírus muda pouco, diz brasileira que publicou estudo


A cientista Ester Sabino, da Faculdade de Medicina da USP, tem mapeado o quanto o novo coronavírus apresentou mudanças desde que chegou ao Brasil. Ela é uma das líderes do estudo que sequenciou 427 genomas do novo coronavírus (Sars-CoV-2) e que foi publicado nesta quinta-feira (23) na revista “Science”, uma das mais importantes do mundo. Os genomas foram identificados em 21 estados do Brasil.

Para ela, a publicação do estudo, divulgado no mês passado, é uma conquista. “É um trabalho em equipe. Uma conquista”, disse, em entrevista. A médica explicou que o sequenciamento do vírus é importante porque assim foi possível descobrir, por exemplo, que ele sofre poucas mutações, o que facilita a produção de uma vacina. “A capacidade de sequenciar é importante e ajuda vacinas. No caso da Covid, aparentemente, a vacina vai responder porque o vírus muta muito pouco. Mas a gente sabe isso porque sequenciou um monte de sequências” – Ester Sabino.

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Estudo traz novas evidências sobre impacto do coronavírus no sangue


CORONAVÍRUSUm estudo publicado na “Blood”, principal revista científica internacional na área de hematologia e coagulação, traz novas informações sobre o impacto do novo coronavírus no sangue.

Liderado pelo Instituto Oswaldo cruz (IOC/Fiocruz) e pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), a pesquisa ajuda a entender uma das complicações mais graves e frequentes observadas em pacientes com Covid-19 hospitalizados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

Embora afete principalmente os pulmões, a Covid-19 também pode alterar os processos de coagulação sanguínea nos casos graves. Quando isso acontece, há uma coagulação exagerada que forma agregados de células do sangue e proteínas chamados de trombos. Os trombos podem interromper a circulação do sangue, causando trombose, infartos ou embolia pulmonar.

“Nosso estudo se dedicou a entender como, nestes pacientes, o vírus interfere nas etapas iniciais da cascata de processos que deflagram a coagulação.”, sintetiza Eugênio Hottz, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e primeiro autor do trabalho.

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Aprovada MP que desobriga escolas de cumprir quantidade de dias letivos

Fonte- Robson Pires

Senado aprovou nesta 5ª feira (23.jul.2020) o Projeto de Lei de Conversão 22/2020, que desobriga escolas e universidades de cumprir a quantidade mínima de dias letivos em 2020 devido à pandemia da Covid-19. A sessão remota contou com 73 votos a favor. A matéria segue para sanção presidencial.

O PLV 22/2020 tem origem na Medida Provisória 934/2020, que promove ajustes no calendário escolar de 2020. Qualquer alteração feita no texto de uma MP transforma essa matéria em PLV. O relator do texto foi o senador Carlos Fávaro (PSD-MT).

O congressista apresentou voto pela aprovação da matéria na forma do projeto de lei de conversão aprovado na Câmara dos Deputados, em 7 de julho, e rejeitou as 41 emendas apresentadas ao texto no Senado.

Carlos Fávaro explicou que rejeitou as emendas para que a MP não caducasse, já que o prazo vigência vence em 29 de julho. Ele ressaltou ainda que muitas alterações previstas nas emendas já estariam contempladas no texto do projeto.

Medidas provisórias são editadas pelo governo federal e têm força de lei do momento de sua publicação por até 120 dias. Para continuarem valendo, porém, precisam de aprovação do Legislativo dentro desse prazo.

Como forma de não prejudicar a tramitação da MP, os líderes partidários retiraram os destaques apresentados. Alguns defenderam o veto presidencial a alguns dispositivos do texto, entre eles o que prevê a entrega de dinheiro diretamente aos pais dos alunos para a compra de alimentos.

O senador Lasier Martins (Podemos-RS) entende que essa possibilidade favorece a prática de fraudes. Por exemplo, como foi visto nas irregularidades no recebimento do auxílio emergencial de R$ 600 pela população.

O líder do governo na Casa, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), ponderou que o veto presidencial ao dispositivo relacionado à compra da merenda escolar poderá ocasionar problemas a ações que já estão em curso em diversos municípios do país.

Dessa forma, Fernando Bezerra assumiu o compromisso de que, na regulamentação da matéria, serão atendidas as preocupações dos senadores como forma de não desvirtuar os recursos da merenda escolar e prestigiar a agricultura familiar.

Taxa de cura da Covid-19 é 50% maior em hospitais privados


Fonte-Robson Pires
Pacientes com Covid-19 internados em hospitais privados têm taxa de cura 50% maior do que aqueles de instituições públicas. Em média, 51% dos doentes hospitalizados em unidades privadas sobrevivem, índice que cai para 34% nos hospitais públicos.
Os índices de cura nas unidades públicas são menores em estados do Norte e Nordeste. A média é 45% em Pernambuco e 53% no Pará, ante 60% em São Paulo e 79% no Rio Grande do Sul.

quinta-feira, 23 de julho de 2020

Retorno de alunos às aulas deverá colocar 9,3 milhões de idosos e adultos com problemas de saúde em risco, diz Fiocruzv


2020-07-01t070255z-1954646353-rc24kh9tzd5o-rtrmadp-3-health-coronavirus-thailand-school-bO retorno dos alunos às aulas deverá colocar em risco 9,3 milhões de idosos e adultos (4,4% da população do país) com problemas de saúde e comorbidades, de acordo com pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que conta com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O grupo têm chance de pegar a Covid-19 por viver na mesma casa que crianças e adolescentes em idade escolar. No início de julho, o Ministério da Educação (MEC) divulgou as diretrizes para a retomada das aulas presenciais. Até esta terça-feira (21), pelo menos nove estados e o Distrito Federal já discutiam o retorno da rede pública nos próximos dois meses, de acordo com levantamento do G1.

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Novo teste indica que Bolsonaro continua com coronavírus, informa Planalto


BOLSONAROO presidente Jair Bolsonaro continua infectado pelo coronavírus, informou o Palácio do Planalto nesta quarta-feira (22). O resultado de um novo teste realizado pelo presidente teve mais um resultado positivo, o terceiro desde que ele contraiu a doença. Em nota, o Planalto informou também que o estado de saúde do presidente segue “em boa evolução”.

“O presidente Jair Bolsonaro segue em boa evolução de saúde, sendo acompanhado pela equipe médica da Presidência da República. O teste realizado pelo presidente no dia de ontem, 21, apresentou resultado positivo”, disse o Planalto. De acordo com a Presidência, foram analisados o sangue e material da boca de Bolsonaro. O Planalto não mostrou o exame.

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Reabertura de hotéis na Pipa anima empresários e cuidados são reforçados contra novo Coronavírus



Fonte-Robson Pires

Após o decreto que regulamentou a reabertura gradual do comércio e empreendimentos, os empresários na Praia da Pipa, um dos principais destinos turísticos do Rio Grande do Norte, se mostraram animados após o primeiro fim de semana com a volta dos serviços.

Além disso, nas redes sociais, muitos comentários destacavam os cuidados seguindo os protocolos de saúde e sanitário especificados para a prevenção ao novo coronavírus. A higienização já acontecia desde a chegada de funcionários e hóspedes bem como nos locais de acomodação, restaurante.

Isso tem acontecido em empreendimentos que são associados ao Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Rio Grande do Norte (SHRBS-RN). O gerente geral do Hotel Marinas, Eduardo Simonetti disse que conseguiu lotar o empreendimento “dentro dos protocolos de segurança, ou seja, 50% da ocupação. Mas foi tudo muito tranquilo o que nos deixou bastante satisfeitos com nossa equipe”.

Ele comentou que a preocupação de alguns hóspedes quanto ao protocolo de saúde chamou atenção. “Estamos cumprindo todas as medidas e usando álcool gel, máscaras, luvas, protetor facial além de aferir a temperatura e temos também o oxímetro (aparelho usado para medir a saturação de oxigênio no sangue e a frequência cardíaca)”, afirmou.

Para a gerente geral do Bosque da Praia, Quinta do Rio e Sibaúma Flats, Marina Brito, os turistas colaboraram e respeitaram o distanciamento social e o uso de máscaras, inclusive nos empreendimentos.

Segundo ela, foi percebido que todos os empreendimentos que abriram as portas tiveram o cuidado de seguir as recomendações com os protocolos e limite de ocupação.

Diante disso, os empresários estão bem animados com os próximos fins de semana e assim, aos poucos, irem retomando – dentro das recomendações do decreto – o funcionamento e a ocupação dos empreendimentos localizados em Pipa e na região de Tibau do Sul.

Fábio Faria procura melhorar a imagem do Brasil na Europa



 Fonte-Robson Pires
Entre os esforços para melhorar a imagem do Brasil no exterior, o Ministério das Comunicações planeja divulgar peças publicitárias curtas nos horários comerciais de canais de televisão estrangeiros, principalmente na Europa.
A princípio, o governo havia planejado recriar o ramo internacional da TV Brasil e sua programação seria exibida via streaming.
A ideia é enfatizar nos vídeos que o agronegócio brasileiro não é o responsável pelo avanço do desmatamento na Amazônia e mudar a percepção de que há um descontrole na área ambiental.
Apesar de existir a previsão de exibição em toda a Europa e outros continentes, estão no foco a Alemanha e a França.
O ministro Fábio Faria, inclusive, quer buscar ajuda com os embaixadores desses países para viabilizar a ação.
A iniciativa de recriar o braço internacional da TV Brasil esbarra no alto custo de implementação. A pasta deve buscar ajuda para a divulgação das inserções com a Apex ou a Embratur.
Uma das ideias é também viabilizar um intercâmbio de programas estrangeiros com a EBC para abrir espaço para conteúdos sobre o meio ambiente brasileiro nas emissoras.

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Médicos são os profissionais em quem os brasileiros mais confiam e depositam credibilidade

Qual o profissional em quem você mais confia e acredita? Com essa pergunta em mãos, o Instituto Datafolha foi às ruas o para saber o grau de confiabilidade da população brasileira em diferentes categorias de trabalhadores. O resultado confirmou os médicos, com 35% de aprovação, como aqueles que são depositários de maior grau de confiança e credibilidade por parte da população. Na segunda posição, aparecem os professores, com 21%, e os bombeiros, com 11%.
O mesmo levantamento indica que a situação provocada pela Covid-19, em que informações desencontradas têm deixado a população insegura, contribuiu para o aumento do percentual de confiabilidade dos médicos. Na pesquisa anterior, realizada em 2018, também pelo Datafolha a pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM), os médicos tinham um índice 24%, que agora cresceu nove pontos percentuais.
Atrás de médicos, professores e bombeiros, aparecem policiais (5%), militares e juízes (cada categoria com 4%) e advogados, jornalistas e engenheiros (3%, cada). Na sequência, surgem os procuradores de Justiça (com 1%) e os políticos (com 0,5%). A pesquisa ouviu 1.511 pessoas, com 16 anos ou mais, em entrevistas estruturadas por telefone, de todas as regiões do país. A amostra contemplou a distribuição da população segundo sexo, classes sociais e níveis de escolaridade.
Boa imagem – O alto nível de confiança e credibilidade depositado nos médicos de deve, principalmente, à percepção das mulheres (42%), da população com ensino fundamental (42%) e com idade a partir de 45 anos (37%). A boa imagem da categoria também é maior entre os que ganham até dois salários mínimos (41%) ou mais de 10 salários mínimos (33%). Do ponto de vista da distribuição geográfica, os percentuais são muito próximos, com ligeiro destaque para os estados do Nordeste (37%) e Sul (38%).
Os dados coletados pelo Datafolha ainda permitiram captar qual a percepção dos brasileiros com respeito à atuação dos médicos brasileiros no enfrentamento da pandemia de Covid-19. Na opinião de 77%, o trabalho desses profissionais é considerado ótimo ou bom. Outros 17% consideram essa performance como regular e apenas 6% como ruim ou péssimo.
As mulheres (78%), a população com idades de 45 a 59 anos (82%), os com nível superior (81%) e com rendimento maior do que dez salários mínimos (78%) são os segmentos que se destacam no que se refere à imagem positiva dos médicos. Geograficamente, o bom conceito não apresenta grandes variações por região, ficando, em média, em 76%.
Pandemia – Essa avaliação do trabalho dos médicos durante a pandemia vem amparada em percepções específicas. Por exemplo, 79% dos brasileiros avaliam como ótimo ou bom o empenho dos profissionais para atender os pacientes e 73% classificam da mesma forma a qualidade da assistência oferecida. Para 64%, o nível de confiança depositada no trabalho realizado durante a pandemia é alto.
Por outro lado, 49% dos brasileiros acreditam que o trabalho do médico não tem recebido a valorização merecida, considerando-a como regular, ruim ou péssimo. Já 65% avaliam com esses mesmos conceitos as condições de trabalho oferecidas aos médicos, ou seja, entendem que o trabalho desses profissionais tem sido prejudicado por falta de infraestrutura.

terça-feira, 21 de julho de 2020

Governo propõe Fundeb com 23% de complementação, mas 5% para educação infantil

Após propor alterações que desidratavam o projeto de renovação do Fundeb, o governo Jair Bolsonaro (sem partido) recuou nesta segunda-feira (20) em uma nova rodada de negociações com deputados.
O ministro Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) esteve com parlamentares, incluindo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e demonstrou que o governo estaria disposto a manter as linhas do projeto em discussão na Casa desde o ano passado.
O governo chegou a se comprometer a ampliar a complementação da União, chegando a 23%, contanto que 5% seja destinado à educação infantil. O projeto da Câmara amplia a complementação da União dos atuais 10% para 20%, de modo escalonado até 2026, e altera o formato de distribuição dos recursos.
Apesar da reunião, ainda não há acordo sobre o projeto. Principalmente porque os parlamentares são contrários à transferência de recursos do Fundeb para o pagamento de escolas privadas, no esquema do voucher-creche que o governo pretende implementar.
O relatória da deputada Dorinha mantém o formato atual de distribuição dos 10% já garantidos de complementação, com base na realidade dos estados e respectivos municípios.
Com os recursos extras, previa 7,5% com base no gasto municipal (o que atinge cidades pobres em estados mais ricos) e os 2,5% restantes para quem obtenha bons resultados.
Com os 23% de complementação da União, esse percentual de 7,5% sobe para 10,5%, de forma que quase metade disso (5%) tenha que ser investido pelos municípios na educação infantil.
No fim de semana, o governo apresentou proposta de alterações no Fundeb que reduz praticamente pela metade o efeito esperado com a reformulação do dispositivo na expansão do gasto mínimo por aluno no país.
Além disso, 346 municípios pobres de sete estados deixariam de receber recursos extras previstos com base no texto já em discussão na Câmara.
O ministro Paulo Guedes (Economia) quer repassar recursos do Fundeb para o Renda Brasil, programa de assistência social que o governo planeja elaborar em substituição ao Bolsa Família.
O Planalto tentou adiar a votação do Fundeb, prevista para esta semana, mas debates sobre o tema tiveram início na Câmara, e parlamentares apostam no início da votação nesta terça-feira (21).
Principal mecanismo de financiamento da educação básica, o Fundeb é responsável por R$ 4 de cada R$ 10 gastos pelas redes públicas de ensino nesta etapa. Sua vigência expira no fim deste ano e desde o ano passado o Congresso se debruça sobre o tema.Após propor alterações que desidratavam o projeto de renovação do Fundeb, o governo Jair Bolsonaro (sem partido) recuou nesta segunda-feira (20) em uma nova rodada de negociações com deputados.
O ministro Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) esteve com parlamentares, incluindo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e demonstrou que o governo estaria disposto a manter as linhas do projeto em discussão na Casa desde o ano passado.
O governo chegou a se comprometer a ampliar a complementação da União, chegando a 23%, contanto que 5% seja destinado à educação infantil. O projeto da Câmara amplia a complementação da União dos atuais 10% para 20%, de modo escalonado até 2026, e altera o formato de distribuição dos recursos.
Apesar da reunião, ainda não há acordo sobre o projeto. Principalmente porque os parlamentares são contrários à transferência de recursos do Fundeb para o pagamento de escolas privadas, no esquema do voucher-creche que o governo pretende implementar.
O relatória da deputada Dorinha mantém o formato atual de distribuição dos 10% já garantidos de complementação, com base na realidade dos estados e respectivos municípios.
Com os recursos extras, previa 7,5% com base no gasto municipal (o que atinge cidades pobres em estados mais ricos) e os 2,5% restantes para quem obtenha bons resultados.
Com os 23% de complementação da União, esse percentual de 7,5% sobe para 10,5%, de forma que quase metade disso (5%) tenha que ser investido pelos municípios na educação infantil.
No fim de semana, o governo apresentou proposta de alterações no Fundeb que reduz praticamente pela metade o efeito esperado com a reformulação do dispositivo na expansão do gasto mínimo por aluno no país.
Além disso, 346 municípios pobres de sete estados deixariam de receber recursos extras previstos com base no texto já em discussão na Câmara.
O ministro Paulo Guedes (Economia) quer repassar recursos do Fundeb para o Renda Brasil, programa de assistência social que o governo planeja elaborar em substituição ao Bolsa Família.
O Planalto tentou adiar a votação do Fundeb, prevista para esta semana, mas debates sobre o tema tiveram início na Câmara, e parlamentares apostam no início da votação nesta terça-feira (21).
Principal mecanismo de financiamento da educação básica, o Fundeb é responsável por R$ 4 de cada R$ 10 gastos pelas redes públicas de ensino nesta etapa. Sua vigência expira no fim deste ano e desde o ano passado o Congresso se debruça sobre o tema.Fonte-https://robsonpiresxerife.com