Um
servente de pedreiro, de 41 anos, foi preso em flagrante quando
transportava o corpo de um homem em um carrinho de mão pelas ruas do
bairro Mario Andreazza, em Bayeux, na Região Metropolitana de João
Pessoa, nesse domingo (27). O suspeito confessou a autoria do
assassinato e disse que matou porque o homem se masturbava para a filha
dele. No corpo da vítima tinha a palavra: ‘estuprador’. Na localidade
fazia um ano que não tinha registro de homicídio.e acordo com o delegado Pedro Ivo, chefe do Núcleo de Homicídios de Bayeux, a Polícia Militar fazia rondas pelo Mario Andreazza quando se deparou com um grupo de cerca de 10 pessoas caminhando com um corpo dentro de um carrinho de mão, com os pés amarrados com fios. “As pessoas quando viram a viatura uma delas atirou contra os policiais da Rotam, que revidaram ao ataque. Os suspeitos correram e apenas o servente de pedreiro foi preso e confessou a autoria do crime”, disse.
Na delegacia, o suspeito revelou que o homem estava se masturbando para uma menina de 6 anos em um sítio. A criança seria filha do suspeito, que ao saber do caso, se armou com um pedaço de madeira e conseguiu efetuar vários golpes nas contas do homem, que caiu desacordado. Ainda segundo o preso, após matar a vítima, o corpo seria jogado em um lixão do bairro.
Fonte-http://www.robsonpiresxerife.com/







No
Brasil, segundo o Ministério da Saúde, 1,8% da população doa sangue com
regularidade. O percentual fica um pouco abaixo do ideal estimado pela
Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), de 2% da população, como
necessário para suprir as necessidades de sangue e outros componentes
sanguíneos de um país. Em média, os países da América Latina e do Caribe
coletam sangue equivalente a 1,5% de sua população. A Organização
Mundial da Saúde (OMS) recomenda que, pelo menos, 1% da população seja
doadora de sangue.
Na
investigação sobre a utilização dos favores da Lei Rouanet de incentivo
cultural, a CPI da Câmara tem identificado o privilégio de artistas
ligados ao PT ou aos governos Lula e Dilma. O ex-ministro da Cultura
Gilberto Gil, por exemplo, captou R$ 800 mil para um evento privado
patrocinado pela Nextel “só para convidados”, como a própria empresa
admitiu. A benesse é vedada pelo artigo 2º da Lei Rouanet.